As quatro meninas com idades entre 10 e 3 anos apreendidas tentando invadir apartamentos num condomínio em Vila Kosmos, no subúrbio do Rio, foram encaminhadas nesta quarta-feira (11) para um abrigo, após serem ouvidas por assistentes sociais do Conselho Tutelar do Méier, na Zona Norte do Rio. As informações são da assessoria da Secretaria municipal de Assistência Social.
Ainda de acordo com a secretaria, as meninas permanecerão no abrigo, como "medida protetiva", até o Conselho Tutelar decidir se as crianças serão devolvidas ou não aos pais, que também serão ouvidos pelo órgão.
Na terça-feira (10), as crianças dormiram na Central de Recepção de Crianças e Adolescentes Ademar Ferreira de Oliveira (Central Carioca), no Centro da cidade, e após o almoço nesta quarta foram encaminhadas ao Conselho Tutelar do Méier, segundo a assistente social.
Suspeita de maus-tratos
De acordo com o comandante do 9º BPM (Rocha Miranda), tenente-coronel Luiz Carlos Leal, as meninas – duas de 10 anos, uma de 6 e uma de 3 anos de idade – contaram que eram obrigadas pelas mães a roubar.
“Elas contaram que eram agredidas se não voltassem com dinheiro para casa. Elas tinham marcas de maus-tratos e uma delas mostrou uma cicatriz, dizendo que tinha sido atingida por uma faca”, informou o oficial da PM.
Na Central Carioca, elas contaram à assistente social que sofrem agressões da mãe, que segundo elas seria viciada em crack.
O delegado da 22ª DP (Penha), Jáder Amaral, não autuou as meninas por acreditar que elas foram vítimas dos pais.
As crianças foram localizadas após uma denúncia anônima.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
OMS diz que ciclo da pandemia da gripe H1N1 chegou ao fim.
O vírus da gripe H1N1 já percorreu sua trajetória e a pandemia passou, disse a chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira (10). "Agora estamos indo em direção ao período pós-pandêmico", afirmou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, em teleconferência, dizendo que o vírus H1N1 "completou amplamente seu percurso".
A declaração foi feita depois de recomendações de especialistas mundiais na gripe, que revisaram o status no começo do dia.
Segundo o Comitê do órgão ligado à ONU voltado para análise de emergências, o período pós-pandêmico não significa que o vírus desapareceu. Nos próximos anos, o H1N1 deve atuar como uma gripe sazonal comum e vai continuar a circular.
Há ainda casos isolados de países onde o vírus ainda é transmitido mais vezes como Índia e Nova Zelândia, alerta a OMS. O modo pelo qual as instituições de saúde dessas nações está agindo para conter a pandemia é um "guia de resposta durante o período pós-pandêmico".
Caso nacional
No Brasil, os números de casos graves e de óbitos entre março e 17 de julho caíram em todas as regiões do país. Neste ano, o maior número de hospitalizações aconteceu em março, com 79 registros do casos em hospitais e postos de saúde.
Já na semana 28 do ano, de 11 a 17 de julho, não houve internações em território nacional, segundo o Ministério da Saúde. Entre as mortes, foram 11 contadas na semana entre 21 e 27 de fevereiro e nenhuma entre 4 e 17 de julho.
Segundo o órgão, os número refletem a campanha de vacinação realizada em todo o Brasil, que imunizou 88 milhões de pessoas entre 8 de março e 2 de junho.
A declaração foi feita depois de recomendações de especialistas mundiais na gripe, que revisaram o status no começo do dia.
Segundo o Comitê do órgão ligado à ONU voltado para análise de emergências, o período pós-pandêmico não significa que o vírus desapareceu. Nos próximos anos, o H1N1 deve atuar como uma gripe sazonal comum e vai continuar a circular.
Há ainda casos isolados de países onde o vírus ainda é transmitido mais vezes como Índia e Nova Zelândia, alerta a OMS. O modo pelo qual as instituições de saúde dessas nações está agindo para conter a pandemia é um "guia de resposta durante o período pós-pandêmico".
Caso nacional
No Brasil, os números de casos graves e de óbitos entre março e 17 de julho caíram em todas as regiões do país. Neste ano, o maior número de hospitalizações aconteceu em março, com 79 registros do casos em hospitais e postos de saúde.
Já na semana 28 do ano, de 11 a 17 de julho, não houve internações em território nacional, segundo o Ministério da Saúde. Entre as mortes, foram 11 contadas na semana entre 21 e 27 de fevereiro e nenhuma entre 4 e 17 de julho.
Segundo o órgão, os número refletem a campanha de vacinação realizada em todo o Brasil, que imunizou 88 milhões de pessoas entre 8 de março e 2 de junho.
sábado, 7 de agosto de 2010
Dilma mantém 39% e Serra, 34% em nova pesquisa Ibope
A candidata Dilma Rousseff (PT) se manteve à frente de José Serra (PSDB) em nova rodada de pesquisa Ibope de intenção de voto para presidente da República divulgada nesta sexta-feira (6) pela TV Globo. Segundo a pesquisa, Dilma apresentou 39% das intenções de voto; José Serra (PSDB), 34%; e Marina Silva (PV) teve 8%.
O Ibope ouviu 2.506 eleitores com mais de 16 anos em 173 municípios de segunda-feira (2) a quinta-feira (5). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Isso quer dizer que Dilma pode ter de 37% a 41%; José Serra, de 32% a 36%; e Marina Silva, de 6% a 10%. Em relação à pesquisa divulgada na sexta-feira (30), Marina passou de 7% para 8%. Dilma e Serra mantiveram os mesmos índices de intenção de voto no primeiro turno.
O Ibope ouviu 2.506 eleitores com mais de 16 anos em 173 municípios de segunda-feira (2) a quinta-feira (5). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Isso quer dizer que Dilma pode ter de 37% a 41%; José Serra, de 32% a 36%; e Marina Silva, de 6% a 10%. Em relação à pesquisa divulgada na sexta-feira (30), Marina passou de 7% para 8%. Dilma e Serra mantiveram os mesmos índices de intenção de voto no primeiro turno.
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